segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Quem não perdoa fica sempre com a pior parte!


 A questão do perdão. Vale a pena refletir!


Era uma paixão avassaladora. Tudo indicava um “amor sem fim”. Até que surgiu uma ruga. E aquela pessoa tão linda e maravilhosa fixou-se no rancor.
- Faço qualquer coisa, mas não perdôo!
            Perdeu a paixão, perdeu a alegria e, de resto, ficou com a mágoa, que transformou os bons sentimentos em odienta companhia.
            E a outra pessoa da relação?
            Ah! Está ficou ótima. Sofreu por alguns dias, mas logo voltou a encarar a vida sorrindo e amando. Leva em seus braços a felicidade por companhia.
            Mas... Será que houve desfeita de um sobre o outro? Como pode um ficar tão mal e o outro tão bem? De quem é a culpa?
            Fica bem quem escolhe o Bem e fica mal quem escolhe equivocadamente trocar boas coisas por sentimentos ruins. E nada é tão reconfortante e restaurador como o perdão. O rancor. A mágoa. O ódio. Enfim, são os piores cosméticos da alma e, por conseqüências, do corpo também.

O corpo no imaginário e nas representações sociais


Participei de palestra do professor Antônio Geraldo Pires sobre O corpo no imaginário e nas representações sociais. Muito interessante a abordagem do professor que iniciou sua palestra trazendo o seguinte questionamento: " Porque vcs acham o corpo importante?".

Na relação corpo no imaginário e nas representações sociais fica evidenciado que, ambos são próximos e distantes, uma vez que as representações sociais, como o próprio professor contextualiza é o conhecimento prático que os homens produzem para tornar familiar aquilo que não é familiar. Trocando em miúdos (no contexto popular) é aquilo que se apresenta para a sociedade e torna-se fato.

A mídia é uma das ferramentas que melhor articula e cria representações sociais, como o professor nos apresentou cenas de novelas que ao longo do tempo foram criando diálogos sobre determinados temas que amplamente foram sendo incorporados na sociedade e alterados determinadas crenças e valores.

Há o que o mesmo denomina de conhecimento do senso comum (produção prática do conhecimento) e conhecimento reificado (aquele que é cientificamente comprovado). Entre um e outro existe relações de tensões.

Na questão do imaginário, o mesmo é um conjunto de representações sociais, onde fica claro que, não existe imaginário se não existe representações sociais. O imaginário então passa a ser cristalizado e só muda se rompe-se com seu arquetípo, o que comumente é dificil, pois o mesmo normalmente esta inserido em um núcleo onde há sistemas periféricos circulando e protegendo o núcleo central.

Que complicado tudo isso? Claro que não, em outras palavras, a vida em sociedade é mantida através de representações sociais e o imaginário são signos que se incorporam como verdade.
Um exemplo prático é a representação social da familia, onde a familia por longos anos era definida pela relação entre homem e mulher. E hoje? A familia pode ser dois homens juntos ou duas mulheres juntas. A familia hoje é o prazer de estar junto.

O professor também salientou que, as representações sociais são posições ideologicas.

A figura que colocamos acima foi apresentada pelo professor durante a palestra e é o Cristo numa visão toralmente diferenciada, pois não esta acima do homem como comumente conhecemos, mas em sentido próximo ao homem.  Os pés ficam em primeiro plano e as mãos mostram uma articulação de sofrimento físico. Essa imagem é totalmente diferente do arquetipo da imagem do Cristo como conhecemos. Isso levanta uma série de questões que passam a ser em rodas de discussões polemizada.

domingo, 28 de novembro de 2010

Uma mulher sensual é irresistível e a dança promove isso!


Esse final de semana tive oportunidade de estar participando de uma oficina com Jaime Arôxa, dividida em três momentos: sensualidade na dança, condução na salsa e giro na dança. A grande deixa que o Jaime pontua é a questão da sensualidade na dança. Argumenta o mesmo que, pode-se dançar para ser feliz, mas pode-se dançar bem para ser feliz! E dançar bem requer trabalho e dedicação. Em ambos os casos, a dança trás momentos de lazer e felicidade plena, mas o dançar com técnica possibilita para quem vê um momento muito agradável e para quem dança uma certeza que está fazendo o melhor.

Na questão da sensualidade feminina uma coisa importante é deixar-se levar pela música e Jaime indica que a pessoa procure escutar a música e deixar-se envolver por ela. Os preconceitos de toda uma vida como "mulher não pode ser exibida" e outros para não se tornar vulgar devem ser deixados de lado. Mulher sensual tem que passar energia, tem que deixar fluir. Uma projeção que ele faz que é bem engraçada é imaginar um poção mágica que será utilizada na área do sexo, jogada lá e depois tocada fogo, dando a idéia do fogo mesmo.

 
Muito interessante a colocação que ele faz da mulher bonita e a não tão bonita: a primeira não precisa fazer nada para aparecer pq Deus já deu tudo a ela e ela para mesmo o comércio quando passa, a segunda que não dispõe das mesmas qualidades físicas da primeira, precisa ressaltar pontos que a destaque, e esse é o ponto, ela precisa ser tão poderosa e viva que ilumine onde passa, ressaltando algo que não se imagina de onde vem, mas que reluz e a da poder.

"Sou linda", "eu mereço", "eu posso escolher o que serve para mim" são coisas que a mulher sensual tem que ter no seu repertório. Uma mulher poderosa jamais chora por um homem, ela tem poder de escolha e pode ter o que deseja.

Sobre a diferença entre timidez e vergonha, a timidez é um estado aparente e a pessoa mesmo tímida consegue se realçar quando assim deseja. A vergonha por outro lado, é algo colocado como tabu e derrubar essa barreira é algo que leva tempo.

Relaxar é bom, mas a mulher sensual não pode viver relaxada, ela tem que trabalhar muito para ter sua sensualidade em alta.

Muito importante: viver cada momento em intensidade, pois a vida é agora.

Fiz alguns desenhos para lembrar alguns pontos da mulher sensual, como mostrarei abaixo:





sexta-feira, 26 de novembro de 2010

A Malvada

Ontem resolvi assistir o filme A Malvada com Bette Davis. Tinha uma noção diferente do que seria o filme. Sempre acostumada com suas maldades, tive uma surpresa a encontrar na verdade, uma mulher Margo Channing (Bette Davis) no papel de uma atriz famosa e talentosa, que se vê, a partir do reflexo do outro (uma jovem de aproximadamente 20 anos) se questionando sobre ter 40 anos e ser uma mulher que até então não priorizou o casamento (todo o sonho de uma mulher situada nos anos 50 - representação social do imaginário coletivo).

A maldade que permeia todo o enredo, na verdade trás como pano de fundo, não apenas a questão da maldade em si, manifestada e planejada passo a passo pela personagem Eve Harrington  (Anne Baxter) que, para buscar seu sonho idealiza todo um cenário que a favorece. Isso de fato mostra como a mulher pode ser ardilosa.

Buscando a questão do imaginário, a personagem Eve Harrington  (Anne Baxter) apresenta a conduta do sonho acordado (razão) - que não faz transferência da subjetivação do sonho quando estamos dormindo -, mostrando como a mente humana pode articular situações que podem favorecer a projeção do sonho em ação.
Situações paralelas são subjetivamente expostas, como a mulher que trai o marido ( fico imaginando isso nos anos 50) e que é ameaçada e posta em confronto. É perceptível como os diálogos são profundos para a época e memoráveis.

Ao meu ver, a maldade em si, é apresentada para transpor questões bem difíceis de serem tratadas na época e ainda hoje, que relacionam indivíduos em busca de seus desejos. Se analisarmos cada uma das mulheres que circulam a trama, veremos que cada qual manifesta sua irresistibilidade a partir de seu campo referencial, o que mostra o quanto somos multiplas e diferentes.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Testando produto de redução de peso [2]

Parei! Infelizmente tive reação alérgica ao produto. Isso não invalida o mesmo. A questão é que tenho alergia a crustáceos e no segundo dia de ingestão do produto a garganta começou a fechar. Vamos a procura de um novo produto para testar!

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Testando produto de redução de peso

Hoje começo uma sequência de duas semanas utilizando o produto BioSlim para redução de medidas. Não estou aqui fazendo merchandising do produto, mas avaliando sua eficácia, uma vez que, para minha saúde não posso ter peso elevado. Quando comprei fiquei um pouco em dúvida de utilizá-lo pelo fato do mesmo usar um composto com crustáceos (não é recomendado para quem é alergico). Vou observar isso cuidadosamente...caso sinto algum sintoma de intoxicação, paro imediato.

O que o produto sugere é que seja consumido 2 a 3 comprimidos antes de refeições gordurosas como consumo de manteigas, massas, molhos cremosos etc. O que o mesmo faz é dissolver a gordura, diminuindo o colesterol. E indica o consumo de água paralelamente ao consumo do produto.

Bom... essa semana estarei falando como anda o meu progresso com o produto.



sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Se permitir ser irresistível

Postei finalmente minha foto no blog da Bruna, que já havia me solicitado  a algum tempo. O que me fazia resisti era a possibilidade dos comentários não me agradarem, mas quando se quer ser uma mulher irresistível, temos que nos permitir "ser" sem se importar com os outros, não é verdade?
Então parei de "resisti"  e coloquei a foto que tinha no momento, sem grandes produções, mas "eu", na minha essência. Essa é a chama da irresistibilidade, deixar-se conhecer e ser quem você realmente é, sem medos ou vergonha.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Ser irresistível

Ola pessoal,
a partir da leitura do livro  Deixe os homens aos seus pés: como se tornar uma mulher poderosa e irresistível, resolvi seguir um dos conselhos do livro e abri este espaço para trocar conhecimentos e falar sobre ser irresistível.
Ser irresistível não é apenas para deixar os homens aos seus pés, mas para tornar nós mulheres, mulheres lindas e atrativas e de bem com a vida. Esse é o poder da irresistibilidade. E como fazer isso? Iremos aqui, dia-a-dia construir em nós essa irresistibilidade.